Sabemos tudo sobre os pénis

    Como evitar disfunções erécteis?

    A pioria da erecção é um problema enorme para cada homem. Choca contra o seu sentimento de masculinidade, cria um receio das próximas relações sexuais e retira-lhe autoconfiança. O que influencia a incapacidade de atingir ou manter uma erecção? Conheças as causas mais comuns e cuide já hoje do seu desempenho sexual.

    O desempenho sexual piora principalmente após os 40 anos de idade. No entanto este problema cada vez mais diz respeito também a pessoas jovens. Estima-se que há até 100 milhões de homens em todo o mundo que têm problemas com uma vida sexual satisfatória.



    AS FONTES FÍSICAS DE IMPOTÊNCIA



    As disfunções erécteis podem resultar tanto de problemas físicos (fisiológicos), como psíquicos. Independentemente da fonte dos problemas, vale a pena começar o tratamento o mais cedo possível, para retomar a capacidade sexual o mais rápido possível. Para atingir e manter uma erecção correcta, é necessário um fluxo de sangue ao pénis correcto. Por isso os inimigos principais do desempenho sexual são:

    * aterosclerose
    * diabetes
    * doenças cardiovasculares
    * hipertensão.


    Para evitar estas doenças, vale a penar corrigir ligeiramente a sua dieta quotidiana. Na base das disfunções do coração e do sistema cardiovascular encontra-se o excesso de alimentos gordurosos. Se quiser disfrutar durante mais tempo de uma vida sexual satisfatória, deve evitar comidas tipo fast-food e o consumo de calorias vazias.

    Também é importante na obtenção de uma erecção completa um sistema endócrino devidamente regulado. No caso dos homens, pelo seu desempenho sexual é principalmente responsável a testosterona. A sua falta pode ter um efeito negativo sobre o desempenho sexual, limitando o apetite sexual e travando o sentimento de excitação sexual.



    CAUSAS PSICOLÓGICAS

    É igualmente importante nas disfunções sexuais a psíquica. As dificuldades em atingir uma erecção completa podem ser provocadas até por um cansaço normal ou problemas actuais, que atravessa na relação. Normalmente são problemas breves e desaparecem quando melhorar a sua disposição. Pior, se o homem sofre de depressão ou de estados de ansiedade prolongados. As disfunções erécteis surgem muitas vezes devido a uma iniciação sexual fracassada. Também tem um efeito negativo sobre o desempenho sexual um receio contra a relação – a ansiedade pelo facto de não poder satisfazer a sua parceira ou de não desempenhar o seu papel como homem. Este tipo de problemas com base psicológica devem ser solucionados com uma terapia apropriada, muitas vezes com a participação da sua parceira.

    ASSASSINOS DE UMA RELAÇÃO SEXUAL BEM SUCEDIDA

    Além das doenças físicas e problemas psíquicos, também existem factores que pioram o seu desempenho sexual de forma muito forte e muitas vezes irreversível. São principalmente dependências de álcool, drogas, cigarros, remédios ou esteróides. As mudanças que dão-se no organismo devido às dependências, por muitas vezes terminam com uma impotência permanente. Quanto mais cedo eliminar da sua vida estes estimulantes nocivos, mais tempo durará o seu desempenho sexual satisfatório.


    O tamanho não tem importância. Será?

    As discussões sobre o tamanho do pénis e a sua relação com uma vida sexual bem sucedida continuam abertas. Os homens preferem pensar, que o tamanho não tem importância. As mulheres têm vergonha de admitir, que sonham com um homem com um membro grande. Mentimos uns aos outros, mas talvez o tamanho do pénis realmente não tenha influência sobre a qualidade da relação sexual? Conheça os mitos e as verdades sobre o pénis masculino.



    1. Quanto maior o pénis, maior o prazer da mulher

    As opiniões nesta questão estiveram divididas durante muito tempo. No entanto os cientistas confirmam, que para uma satisfação completa da parceira, é mais importante a espessura do pénis do que o seu comprimento. Os cientistas também sublinham, que a área mais sensível da vagina são os primeiros 3-5 cm. O tamanho do membro masculino influencia a qualidade da vida sexual, mas o mesmo está ligado à área psíquica. Um pénis grande está associado a mais força, masculinidade, ou seja – maiores hipóteses de satisfação da parceira. O homem sente-se mais confiante, a mulher assegura-se de que escolheu um amante bem equipado. Com estas atitudes é muito mais fácil ter uma vida sexual satisfatória.

    2. O comprimento médio do pénis são 8-9 cm em descanso e 16-18 cm durante a erecção

    Antes de mais nada, o tamanho médio do pénis é – tal como indica o nome – uma média. O tamanho indicado não significa por isso, que cada homem deve ter o tamanho do pénis conforme indicado pela média. Segundo - não existe neste aspecto uma média mundial. Cada nacionalidade tem um pénis diferente, no que diz respeito ao tamanho do pénis. Os pénis mais pequenos são observados nos habitantes da Ásia, os possuidores dos maiores pénis são os Africanos. Os Europeus encontram-se no meio. O comprimento médio leva muitas vezes a complexos dos homens, cujos membros são inferiores à 'média'. Sem razão. Vale a pena recordar que o comprimento em estado de descanso por muitas vezes não está relacionado com o comprimento durante a erecção. O pénis de alguns homens pode ter 5 cm em estado de descanso, mas durante a erecção o seu comprimento aumenta até aos 15-16 cm. Também existem homens que em estado de descanso têm até 13 cm, mas durante a erecção o pénis apenas torna-se duro e não cresce nada!

    3. O comprimento do pénis de um homem adulto muda com a idade

    É verdade. Após os 50 anos de idade, o pénis pode diminuir ligeiramente e tornar-se mais curto. No entanto não são diferenças cruciais e na maioria dos casos variam entre 1 cm. Os tecidos, os músculos e a pele deixam de ser tão elásticos como antigamente. Durante a etapa de adolescência o pénis também aumenta o seu volume, mas deixa de crescer após cerca dos 18 anos de idade. No caso de homens adultos o tamanho do pénis apenas pode mudar instantaneamente, dependendo de factores externos. O pénis pode contrair devido à baixa temperatura, stress ou medo. No caso de um homem saudável é no entanto apenas um momento e não leva a uma diminuição permanente do pénis.

    4. O pénis pode não estar adaptado aos órgãos da mulher

    Apesar da vagina da mulher ser flexível e elástica, um membro muito curto pode ‘perder-se’ no seu interior e um membro demasiado comprido bater dolorosamente na parede de trás do colo do útero. Uma falta de adaptação sexual acontece raramente e na sua maioria é provocada por patologias na construção dos órgãos sexuais. No entanto é possível. Um pénis longo e espesso nem sempre significa uma relação sexual bem sucedida. Se a mulher for de uma estrutura pequena, é muito provável, que muitas das posições provoquem dor. A falta de adaptação sexual é um exemplo perfeito para mostrar, que o tamanho TEM importância. No entanto para atingir uma satisfação sexual é muito mais importante a técnica, do que o tamanho do membro.

    4 métodos para aumentar o pénis




    1. Prolongamento cirúrgico

    Um dos métodos mais populares, mas também muito arriscados. O aumento cirúrgico do pénis consiste antes de mais nada num aproveitamento da sua parte ‘escondida’ por baixo da pele. Também existe a possibilidade de um corte dos ligamentos que juntam o pénis ao púbis ou uma injecção de implantes. Todos os métodos têm como objectivo aumentar a óptica do pénis, mas muitas vezes mais tarde provocam problemas em manter a erecção. Além disso a ingerência cirúrgica é muito cara e exige um intervalo longo na relação sexual, antes dos genitais ficarem completamente cicatrizados.

    2. Pesos e bombas

    Identificados como métodos 'caseiros', as câmaras de ar e pesos são populares devido a um acesso fácil e a possibilidade de fazer o 'tratamento' individualmente. Os pesos são um método que consiste em pendurar pesos sobre o pénis, cuja tarefa é alongar e gradualmente prolongar o pénis. Na aparelhagem da câmara de ar, insere-se o órgão e seguidamente enche-se o aparelho com uma bomba de ar até criar e manter no pénis uma grande quantidade de sangue. Estes tipos de tratamentos em vez de aumentarem o pénis de forma espectacular, levam à sua danificação, inflamações e disfunções erécteis no futuro.

    3. Hormonas e esteróides

    Método mais perigoso de aumentar o pénis. As substâncias que são supostas levar a um aumento impressionante dos órgãos íntimos, por muitas vezes estão poluídas com chumbo, pesticidas ou bactérias E.Cola. Aliás, os produtos hormonais nunca devem ser aplicados sem consultar um médico especialista. A aplicação de esteróides ou hormonas pode levar a disfunções cardiovasculares, a uma paragem cardíaca ou até à morte. Além disso, não existem nenhumas análises, que comprovem a eficácia deste método extremamente arriscado!

    4. Comprimidos e pilulas

    Método barato, seguro e facilmente acessível, que já há algum tempo ganhou popularidade também em Portugal. Os comprimidos para aumentar o pénis contêm uma mistura de ervas naturais, plantas e especiarias, que melhoram a circulação do sangue nos membros inferiores do corpo. Os estudos mais recentes também confirmam, que o efeito de aumento com comprimidos é duradouro e mantém-se também após deixar de tomar os comprimidos. Os comprimidos mais eficazes conseguem aumentar o pénis até 6 – 7 cm, sem nenhuma intervenção cirúrgica e sem necessidade de interromper a relação sexual.